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A Taito no Brasil

 

A Taito no Brasil


Em 1972 a Taito entra oficialmente no Brasil, pelas mãos de Abba Kogan, filho de Michael Kogan (o russo fundador da Taito japonesa). É criada a Taito do Brasil, especializada em pinballs e futuramente também em jogos em tela (videogames). Na época os pinballs eram chamados de fliperamas e os arcades de videoramas. Essas máquinas geralmente eram importadas dos Estados Unidos.

Em 1976 foi proibida a importação e a Taito brasileira teve que começar a fabricar suas próprias máquinas. Normalmente ela copiava o layout de um pinball de sucesso no exterior e trocava o tema.

A Taito operou sob diversos nomes no Brasil, como Liberty, Flipermatic e Mecatronics, que eram empresas menores que a Taito foi englobando. A Taito também era detentora da marca SEGA no Brasil, que foi vendida para a Tectoy.

A maioria dos jogos que a Taito lançou no Brasil eram clones de jogos de outras empresas. Os nomes com frequência eram diferentes dos originais. A Taito também era dona de alguns fliperamas e até nas fichas, que serviam em qualquer máquina, seja da Taito ou não, vinha escrito Taito. A Taito ainda ganhava uma comissão em cima de outros estabelecimentos que usavam suas máquinas. No auge, a Taito dominou 80% do mercado brasileiro de máquinas de fliperamas.

Em 1985 a Taito encerrou suas atividades no Brasil, mas suas máquinas foram vendidas a operadores menores que as exploraram durante muito tempo em fliperamas e bares pelo Brasil afora. Estima-se que entre máquinas de pinball e arcades, a Taito do Brasil tenha fabricado mais de 26.000 máquinas.